LAVANDAS

LAVANDAS

terça-feira, 26 de dezembro de 2017

AROMATERAPIA AMBIENTAL PARA UM NATAL SUAVE E AMOROSO.


Vamos deixar a casa mais aconchegante, cheia de aromas especiais?
Você pode criar o seu…
Algumas pessoas gostam de aromas suaves, então faça com menos óleo essencial, mas se o seu gosto é para marcar, faça seu difusor com 6% de óleo essencial.
Receita caseira para este natal com difusor de varetas
– 1 frasco de vidro de 200 ml
– 100 ml de água destilada
– 100 ml de álcool de cereal
– 120 gotas de óleos essenciais a sua escolha
-Varetas de madeira (tipo palitos de espetinho)
A minha Sinergia Natalina – óleo essencial de pinho 34 gotas, canela 9 gotas, laranja doce 51 gotas e mirra 26 gotas!
Preparo
1. Coloque o álcool de cereal no vidro e acrescente o óleo essencial misture muito bem.
2. Acrescente a água destilada.
3. Feche o vidro e misture com suavidade.
4. Deixe por três dias descansando e depois abra o frasco, colocando as varetas para umidificar.
5. Vire as varetas sempre que houver necessidade de aromatizar o ambiente.
- Espírito de Natal
Pingue em um difusor elétrico:
Óleo Essencial de Laranja 05 gotas
Óleo Essencial de Mandarina 10 gotas
Óleo Essencial de Gerânio 10 gotas
Óleo Essencial de Canela 03 gotas
- Blend relaxante para difundir no ambiente durante a entrega dos presentes
Não poderíamos deixar de usar aqueles cheirinhos para remontar a tradição bíblica de trocar presentes. Assim como os primeiros presentes dados pelos três reis magos ao menino Jesus, podemos difundir essa simbologia, que representa reconhecer o carinho e a afeição que sentimos por nosso próximo.
A ideia é presentear os seus entes queridos com a mesma graça dada a Jesus: o Olíbano e a Mirra. Para isso, misture 5 gotas de Óleo Essencial de Olíbano, 5 gotas de Óleo Essencial de Mirra e 5 gotas de Óleo Essencial de Laranja. Depois coloque 2 ou 3 gotas em um difusor para perfumar o ambiente. Esse blend, com suas notas adocicadas potencializadas, inspira a meditação profunda ao mesmo tempo que traz alegria.

- Blend para antes da ceia
Na hora de comer todos estamos alegres e prontos para nos deliciarmos com aquela comidinha preparada com amor e carinho. Todos os cheiros se misturam e trazem um ar de
felicidade e de harmonia para todos os que estão na mesa.
Mesmo antes de servir a mesa, o melhor é colocar aquele cheirinho natalino para deixar todos os que estão presentes ainda mais imersos na magia do natal. A dica aqui é misturar 5 gotas de Óleo Essencial de Cedro, 5 gotas de Óleo Essencial de Cravo e 30 gotas de Óleo Essencial de Tangerina. Misture tudo e espalhe usando aromatizantes à vela ou elétricos ou por sprays ambientais.
O Óleo Essencial de Cravo remete às compotas ou panetones enquanto que o Óleo Essencial de Cedro carrega um cheiro amadeirado que fortalece a espiritualidade e, por fim, o Óleo Essencial de Tangerina dão aquela energia positiva além de abrir o apetite. Mas não espalhe muito, a ideia é que o cheiro suma logo com a chegada das comidas.
Lembre-se que estamos somente querendo recriar aquelas sensações e cheiros que no mundo de hoje, carregado de árvores e decorações artificiais, deixou de pairar sobre as casas. Agora, a felicidade e espírito natalino ficam por sua conta e de sua família.
Você pode escolher a sua combinação!
Um Natal cheio de aromas e Amor para todos vocês!
Fontes: Cecilia Ghiraldelli, A Herborista, Mundo dos óleos.

QUAIS SÃO OS AROMAS DO NATAL?


Todos nós já passamos pela situação de sentir um “cheiro familiar” que imediatamente nos trouxe à mente uma lembrança, uma cena do passado. A esse fenômeno damos o nome de memória olfativa, uma reação neurológica da memória que associa um determinado aroma a fatos importantes da nossa vida.
Isso é possível porque as informações recebidas pelas narinas são processadas no sistema límbico (a parte do cérebro responsável pela memória, sentimentos, reflexos e reações instintivas). Quando sentimos um aroma, as amígdalas trabalham e relacionam aquele odor a uma ação que está ocorrendo no momento. Nossa memória passa então, a associar aquele aroma à emoção/sentimento que sentimos naquela ocasião.
O Natal normalmente está vinculado às nossas memórias afetivas de infância, rituais, costumes e comemorações. Assim, é muito comum associarmos essa data aos aromas cítricos, herbais, amadeirados e condimentados, típicos da culinária e decoração desta festividade.
Aromas cítricos como os de laranja, limão, bergamota, grapefruit e mandarina são animadores e harmonizantes. Inspiram alegria, vitalidade e promovem o bem-estar.
Aromas herbais e amadeirados como pinho, louro, abeto, zimbro, cedro, cipreste e sândalo possuem propriedades refrescantes, purificantes, confortantes, pacificadoras, restauradoras e centralizadoras. São harmonizantes e estimuladores dos centros psíquicos. Ajudam a aquietar a alma, dando sustentação e força para a cura.
Aromas condimentados como cravo, canela, anis-estrelado, noz-moscada, cardamomo e pimenta preta são aquecedores, estimulantes e atuam como tônicos.
Aromas balsâmicos como os do olíbano e da mirra (muito conhecidos como os presentes dos reis magos ao menino Jesus), possuem propriedades revitalizantes, atuam como regeneradores físico e energético, fortificam os centros psíquicos e remetem à vibração de iluminação.
Para criar um ambiente ainda mais especial nas festas de Natal, você pode usar os óleos essenciais em difusores elétricos, rechauds, velas aromáticas e pot pourris. Clique aqui e veja algumas sugestões.
Algumas ideias para aromatizar o natal, com galhos de pinheiro e alecrim, duas plantas ricas em óleo essencial.
No simples fato de pegar na planta, já se obtém o aroma.
Aí a respiração se aprofunda e o sorriso acontece...Adoro estes pequenos detalhes, que fazem muita diferença!
O que tem em comum uma vela perfumada, um arranjo floral encantador em uma cesta coberta com pinhas e uma janela decorada com guirlanda e fitas?
Tem a magia do NATAL, que através dos aromas intensifica ainda mais este tempo de advento.
Pense no NATAL e talvez você pense nos aromas de especiarias e frutas sazonais mescladas, de uma vela bruxuleante e uma sensação geral de bem-estar. E isto é exatamente o que os aromas desta época desejam proporcionar.

Podemos explorar as pinhas, que já trazem consigo o seu aroma amadeirado que combina muito bem com os óleos essenciais indicados para esta época do ano. São óleos específicos que induzem à meditação, ao aquietamento.
Vou citar alguns aromas natalinos, que combinam muito bem com as pinhas:
óleo essencial de cedro, canela, cipreste, cravo, pinho, vetiver e óleo essencial de bergamota. Como são óleos fortes, sempre usar com cautela, preferindo errar por menos do que por mais.
Como usar: pingar algumas gotas do óleo essencial de sua preferência nas pinhas, bem perto de sua base. Assim o óleo penetra mais e se mantém. Você pode colocar também 1 gota do óleo dentro do vidro que está com a vela, pois o calor fará com que o aroma se espalhe ainda mais rápido.
Poderá criar vários arranjos com uma variedade de aromas diferentes e pode aromatizar tanto as velas quanto as pinhas e ainda também preparar os saquinhos de presente, deixando-os numa caixa fechada com o aroma de sua preferência.
Neste Natal, aproveite os presentes que a natureza nos deu para criar um ambiente ainda mais aconchegante, animador e acolhedor. Curta a família, os amigos e as pessoas queridas! Compartilhe afetos, emoções e respeito mútuo. Viva o verdadeiro espírito de Natal, de amor e generosidade, neste e em todos os outros dias...por toda a vida!
Que seu final de ano seja terno e iluminado!
Fontes: Fran Machado e Claudiaroma.

PRESENTINHOS AROMÁTICOS - IDÉIAS PARA O NATAL.


Fim de ano é tudo de bom! Festas, comemorações, reunião com a família e os amigos! Mas, como sempre, muitos ainda se perguntam “o que dar de presente?”.
Eu, particularmente, acho muito difícil presentear as pessoas, acertar o gosto e tal... Então, procuro pensar sempre em algo que todo mundo gosta, mas ao mesmo tempo também não quero cair na mesmice. Sendo assim, que tal um presentinho aromático? São simples, bonitos, úteis e cheirosos!
Aproveitem as dicas e experimentem!
- Potpourri (sache, pote ou mini-travesseiros)
Potpourri de frutas e sementes secas
Pot pourri é uma mistura de flores, frutas e folhas secas que, além de deixar o ambiente cheiroso e colorido, funciona também como um objeto natural de decoração. No potpourri, é possível fazer uma verdadeira mistura de cores e aromas, como também trabalhar com combinações de cores únicas – tudo depende da decoração principal do seu cantinho e do seu gosto pessoal.Você pode presenteá-los em saquinhos (sachê), em potes ou ainda, confeccionar mini travesseiros.
- Sachês de alecrim
Para quem está em busca de uma mistura mais olfativa do que visual, as melhores opções incluem rosas, damasco, lavanda, camomila, verbena, narciso, cravo, violetas, mimosa, laranja, jasmim, verbena, gerânio, limão siciliano, alecrim, erva-cidreira, louro, bergamota e sálvia. As opções são muitas e o legal é arriscar as suas preferidas, para ver qual tem mais a ver com os ambientes da sua casa.
Material necessário:
* Flores, folhas e ervas secas.
* Especiarias como canela, gengibre e baunilha.
* Frutas secas, preferencialmente laranja ou limão.
* Óleos essenciais de sua preferência.
Como fazer:
É simples – misture tudo! Depois, você pode deixar num recipiente aberto, colocar em potes de vidro e também mini-travesseiros, saquinhos decorativos ou de tecido. Vale para o banheiro, a sala de estar, o lavabo e até mesmo para o quarto ou escritório.
Para ficar ainda mais especial, tente combinar as cores dos itens com a decoração do ambiente que você escolheu.
A quantidade de óleos essenciais vai depender da quantidade de ervas que você vai utilizar. Mas não exagere, senão você acaba desperdiçando óleo e ainda corre o risco de deixar o aroma enjoativo ou as ervas oleosas! Inclua os óleos essenciais aos poucos e misture bem.
- Sais de banho - Sais aromáticos
Você vai precisar de 1 xícara de sal marinho e 5~10 gotas de óleo essencial.
Defina primeiramente que propriedade vai agregar aos sais de banho: relaxante, estimulante, sensual...
A seguir, escolha o seu óleo essencial, pingue as gotas sobre o sal marinho e misture muito bem.
Você pode fazer isso, misturando-os em uma tigela de louça ou inox com uma colher ou batedor, ou sacudindo-os em um saco fechado.
Coloque a mistura em um recipiente de vidro e deixe descansar durante 5 a 7 dias para que o óleo essencial seja bem incorporado ao sal.
Coloque em um vidro com tampa e decore com fitas ou sisal.

- Aromatizadores ambientais naturais
Veja o passo a passo aqui.
Podem ser feitos em vidros grandes, para esquentar o conteúdo na panela ou em vidros pequenos para aquecer em difusores à vela.
Aroma de Cafezinho
Basta colocar grãos de café em um recipiente de porcelana ou vidro e acomodar uma pequena vela com base de alumínio no centro.
Assim que acender a vela o café receberá o calor da chama e, através do aquecimento dos grãos de café, estes começarão a espalhar em sua casa um aroma irresistível.
- Velas aromáticas de soja (sem parafina!)
Esta receitinha é um pouco mais trabalhosa, mas vale a pena experimentar!
Primeiro, você precisa reunir os materiais. Os seguintes farão uma vela de 510 gramas ou até mais velas, se optar por formatos menores.
* 510g de flocos de cera de soja (sugestão: EcoSoy Advanced);
* Recipiente de vidro de 510g ou menores, para as velas;
* Pavios de algodão;
* 30 ml de óleo essencial;
* Corante líquido;
* Um recipiente ou jarra de vidro (que possa ir ao microondas) que caiba pelo menos 650 ml de líquido;
* Colher ou espátula de pau (para mexer)
* Pistola de cola quente
Como fazer:
* Coloque os flocos de cera na jarra de vidro e coloque no microondas por aproximadamente 3 minutos em temperatura alta. A temperatura deve chegar a cerca de 93 graus. Você pode medir a temperatura sem um termômetro, pois uma vez todos os flocos tiverem derretido, a temperatura deve ser de cerca de 82 a 93 graus.
Tenha cuidado! A jarra e a cera estarão muito quentes!
* Retire a jarra do microondas e deixe esfriar por cerca de 10 minutos.
* Adicione o óleo aromático ou óleo essencial quando a temperatura for de cerca de 71 a 82 graus.
* Misture o óleo na cera e deixe esfriar até cerca de 43 a 48 graus (quente o suficiente para enfiar o dedo confortavelmente).
* Enquanto você está esperando a cera esfriar, coloque uma pequena gota de cola quente na parte inferior do pavio e afixe no interior da jarra de vela.
* Adicione a sua tintura aos poucos à cera derretida neste momento. Comece com uma gota de cor e mexa. Continue colocando uma gota de cada vez até você alcançar a sua cor desejada. Mexa até cor ficar uniformemente distribuída.
* Esquente jarra de vela ligeiramente. Coloque um forno quente durante cerca de 2 ou 3 minutos. Uma jarra quente permitirá que a cera se fixe melhor às bordas, reduzindo aquilo que se chama "glacé", ou manchas brancas na vela acabada.
* Despeje a cera fria na jarra lentamente, segurando o pavio reto para cima. Encha até em cima. Você pode usar uma ferramenta de centralização do pavio ou apenas colocar alguma coisa, como uma faca ou uma régua ao lado do pavios para mantê-los centralizados até que a cera endureça, o que deverá levar cerca de 1 hora.
* Depois que a cera tiver endurecida, apare os pavios para cerca de 0,6 cm. Coloque um rótulo na sua vela - e pronto! Você pode acender sua vela imediatamente ou esperar cerca de 24 a 48 horas quando ela estará mais "curada", o que vai fazer com que ela dure mais.
* Veja outras opções de como montar suas velas:Em conchas...e frutas (maracujá, tangerina, laranja)

- Velas aromáticas decoradas com canela
O processo é o mesmo do anterior, mas ao invés de colocá-las em vidro, você deve usar formas ou moldes de silicone para velas. Depois de prontas, basta colocar canela em pau ao redor de toda a vela e amarrar com sisal.
- Biscoitinhos aromáticos de Natal
Ingredientes:
* 2 xicaras (chá) aveia em flocos finos;
* 1 xícara (chá) de açúcar mascavo;
* 1 xícara (chá) de farinha de trigo integral;
* 1 colher (chá de fermento em pó;
* 1/2 xícara (chá) de manteiga em temperatura ambiente;
* 2 ovos;
* 2 colheres de cacau em pó (sem açúcar);
* Uvas passas, castanhas picadas ou nozes a gosto;
* Óleos essenciais (veja sugestões no final da receita).
Como fazer:
Numa tigela, junte a aveia, o açúcar, a farinha, o cacau e o fermento. Acrescente a manteiga e os ovos inteiros. Trabalhe a massa até ficar homogênea. Junte as frutas secas. Faça pequenas bolinhas e vá colocando numa assadeira, deixando espaços entre elas. Achate as bolinhas suavemente com um garfo. Leve ao forno médio (180ºC), pré-aquecido, por cerca de 25 minutos ou até começarem a dourar. Retire do forno e espere esfriar antes de retirar da forma.
Quando retirar do forno, pincele nos biscoitos os óleo essenciais* diluídos em 1 colher de óleo vegetal (palmiste, ou girassol, ou milho, ou ainda, margarina sem sal).
Rendimento: 30 biscoitinhos.
Sugestões de óleos essenciais para usar nesta receita:
1ª sugestão: 2 gotas de o.e. de vetiver e 4 gotas de o.e. de canela
2ª sugestão: 3 gotas de o.e. de gerânio
3ª sugestão: 2 gotas de o.e. de capim-limão e 2 gotas de gengibre
4ª sugestão: 2 gotas de o.e. de laranja doce e 2 gotas de o.e. de canela
5ª sugestão: 1 gota de o.e. de cravo e 2 gotas de o.e. de mandarina
São lembranças criativas e de muito bom gosto. O melhor de tudo é que são muito cheirosos!!!
Espero que tenham gostado!
Por: Fran Machado.

DICAS PARA PARAR DE FUMAR COM OS ÓLEOS ESSENCIAIS.




Do mais leve até o mais grave, os vícios fazem parte da vida de muitas pessoas. Eles variam desde roer unhas até fumar cigarros. Podem ser concretos como atacar alimentos açucarados ou sutis como julgamentos mentais reforçados pelo hábito. Dar-se conta deles já é um grande passo. Mas como fazemos para nos livrar deles? Calma… Não temos a fórmula mágica para o combate aos vícios. Mas você sabia que existem substâncias naturais que podem nos auxiliar nesse combate?
Dicas para parar de fumar costumam vir cheias de substâncias artificiais. Aqui, é claro que estamos falando de óleos essenciais! Essas substâncias voláteis naturais e incríveis. Os óleos essenciais nos auxiliam indiretamente nesse combate. Isso significa que eles facilitam a percepção dos padrões mentais e emocionais estão no pano de fundo de nossos vícios, abrindo portas para a construção de conexões mais saudáveis. Quer saber como isso funciona?
Reprogramando nosso Pensamento com Óleos Essenciais
“Os óleos essenciais são geradores de frequência. Servem como blocos de energia, energizando o cérebro e o corpo inteiro com numerosas moléculas ricas em elétrons. Nossa pesquisa mostrou que cada óleo essencial contém uma frequência bioelétrica que quando inalada viaja para os neurônios secundários no bulbo olfatório, enviando então impulsos para o sistema límbico e o centro sensorial olfativo na base do cérebro. Eles então passam entre a pituitária e a glândula pineal e movem-se para a amígdala, que é o centro de memória por medo e trauma.”– Center for Alternative Medicine.
O sistema límbico tem uma importante função na formação de nossos padrões mentais. Nesse sistema muitos “pré-pensamentos” são gerados.
Isso significa que antes de um pensamento ser criado no nível mais refinado do neo-córtex, ele é como que “pré-condicionado” pelo sistema cerebral mais velho.
Para modificar os padrões mentais já estabelecidos, é preciso buscar por todos os meios naturais possíveis, acessar esse cérebro primitivo que o tempo todo influencia nossos pensamentos e sentimentos.

Se você perceber bem, o aroma de um óleo essencial chega mais rápido do que o pensamento. Aqui está a chave para nossas dicas para parar de fumar: Experiências olfativas (“olfato-terapia” /aromaterapia) com os óleos essenciais podem reprogramar nossos pensamentos e sentimentos, natural e espontaneamente. Vamos ver como isso funciona com o cigarro e quais dicas para parar de fumar com substâncias naturais podem ser úteis ?
METAFÍSICA DA SAÚDE - TABAGISMO
A principal causa do tabagismo é o medo ou negação da vida. O fumante encontra, na sutileza da fumaça expelida pelo cigarro, uma leve sugestão de proteção. É como se houvesse um escudo separando a pessoa dos episódios desagradáveis e de certas presenças ameaçadoras. A fumaça do cigarro suavemente distorce a forte expressão fisionômica dos outros.
O fumo é responsável pelo aumento da suscetibilidade a qualquer doença infecciosa das paredes pulmonares. Na concepção metafísica, os processos infecciosos estão relacionados as interferências externas no mundo interno. Assim sendo, o fumante sente-se indefeso e, por isso, se abala facilmente com os episódios desagradáveis da vida. Ele não consegue manter a sua integridade emocional, consequentemente torna-se vulnerável às afecções pulmonares, em especial o enfisema.
O vício de fumar não é mantido apenas pela dependência orgânica da nicotina mas principalmente pela condição interna de negação e medo da vida. Uma vez resolvidos esses fatores emocionais que mantem a pessoa dependente do cigarro, será fácil para ela parar de fumar.
A maioria dos fumantes apresenta fragilidade interior. O vício não é um aspecto causal mas sim, o efeito de uma condição interna abalada. Por isso, mais importante do que combatê-lo é trabalhar as causas. Fortalecer o indivíduo, desenvolver a segurança, prepará-lo para os desafios da vida. Desse modo estaremos dando condições para que a pessoa se encoraje para viver, abra-se para a realidade e sinta-se disposta a encarar verdades sem distorcer os fatos. Essa atitude é tanto saudável para os pulmões quanto para preparar o indivíduo a não depender do cigarro para viver.
ÓLEOS ESSENCIAIS E O CIGARRO
Dicas para parar de fumar com substâncias naturais.
Experimento científico
Um estudo de 1994 publicado na revista norte-americana Drug and Alcohol Dependence descobriu que o óleo de pimenta preta pode suprimir certos sintomas de abstinência de fumo, incluindo os ataques de ansiedade, comuns em pessoas que querem parar de fumar.
Neste estudo, 48 fumantes de cigarro participaram de uma sessão de três horas, após passarem a noite anterior sem fumar. Os participantes foram divididos em três grupos: um grupo de fumantes teve contato com um dispositivo que emitia vapor do óleo essencial de pimenta preta, um segundo grupo com um dispositivo com cartucho de hortelã/mentol e um terceiro grupo usou um dispositivo com um cartucho vazio. Após o sopro e a inalação dos dispositivos durante toda a sessão, as ânsias para fumar relatadas foram significativamente reduzidas no grupo da pimenta preta em relação aos outros dois grupos de controle.
Além disso, os sintomas de ansiedade foram aliviados no grupo da pimenta preta. Este estudo sugere que as sensações do trato respiratório são importantes para aliviar os sintomas de abstinência de fumo e que substitutos de cigarro que contenham constituintes de pimenta preta podem revelar-se úteis no tratamento do tabagismo. O óleo de pimenta preta também está entre os melhores óleos essenciais para ansiedade e condições nervosas.
Experiência terapêutica: base para as dicas para parar de fumar
A seguir reproduzimos um trecho de um texto do dr. Malte Hozzel, estudioso da aromaterapia, no qual ele relata sua experiência da eficácia dos óleos essenciais para auxiliar no combate ao vício do cigarro. Ele também compartilha uma receita prática para esse caso.
“Estou convencido de que todos os fumantes de cigarro que estejam fortemente viciados podem livrar-se do seu vício através de um meio simples e criativo: Usando vários óleos essenciais (talvez escondidos em uma pequena bolsa ou no outro bolso da jaqueta, ao lado de seus cigarros…). Sempre que ele quiser pegar um cigarro, agarra um óleo de jasmim, ou um óleo de rosa, lavanda, néroli… e mantém a inalação de sua fragrância durante 2 a 3 minutos… O vício é um tipo de desequilíbrio. É necessário introduzir um elemento que ajude a transformar, para além do nível de superfície. Fragrâncias TEM isso. Os óleos essenciais, e especificamente a experiência olfativa com eles, muitas vezes concede exatamente a energia que precisamos para nos libertar de emoções e pensamentos negativos.”
– Dr. Malte Hozzel
PARA CONCLUIR:
De maneira geral, os óleos essenciais podem ajudar a nos focarmos, respirarmos fundo, e vencermos as ondas de ansiedade características relacionadas a vícios. O exemplo das dicas para parar de fumar servem de modelo para outros vícios que ainda prejudicam nossa qualidade de vida.
Fonte: Oshadhi aromaterapia.

ANEMIA AUTO-IMUNE PODE SER MELHORADA COM ÓLEO ESSENCIAL DE TUIA MAÇÃ




Conhecida como a árvore da vida, a Tuia é nativa da Europa e da América do Norte. Seu óleo essencial, quando liberado no ar, possui um agradável aroma de “caixa de maçãs”.
O principal componente deste óleo é a tuiona. Numerosas avaliações, in vitro e in vivo, mostraram que este constituinte atua como estimulador da produção de citocinas e anticorpos, com a ativação de macrófagos, linfócitos T ‘‘helper’’ (CD4) e ‘‘Natural Killers (NK)’’ (todas estas, células de defesa do corpo).
Este óleo apresenta-se, portanto, como um potente imunoestimulante, auxiliando no equilíbrio e regulação de disfunções relacionadas ao sistema imunológico, como a anemia hemolítica auto-imune.
Anemia é o termo usado para designar disfunções na produção e distribuição de glóbulos vermelhos, também chamados de hemácias. Estas, são células sanguíneas responsáveis pela oxigenação das células e pela coloração vermelha do sangue. 
Há distintos tipos de anemia e suas causas também podem variar. A anemia auto-imune acontece quando o sistema imunológico não identifica as suas hemácias.
Estas passam a ser consideradas como “elementos estranhos” e são destruídas prematuramente, por anticorpos produzidos pelo sistema imunológico. Desta maneira a medula óssea não é capaz de repor os glóbulos vermelhos que estão sendo destruídos.
Em grande maioria dos casos, a doença se inicia de forma lenta e apresenta sintomas como cansaço, palidez e coloração amarelada nos olhos. O tratamento, geralmente, consiste no uso de medicamentos de corticóides, drogas extremamente fortes.
A AIDS é outra doença que afeta o sistema imunológico. Os linfócitos T do tipo CD4, por exemplo, ficam baixos em pessoas portadoras da doença. Estes linfócitos são responsáveis por localizarem células infectadas por vírus, produzindo sinalizadores que estimulam outros linfócitos a destruírem estes agentes virais. Compõe a primeira linha de defesa do corpo contra muitos tipos de infecções, além de possuírem alguma atividade antitumoral.
A tuiona do óleo de tuia, induz os linfócitos T a liberarem mais destes sinalizadores. Um deles é a interleucina 2 (IL-2 - Fator de crescimento de linfócitos T), que faz a medula óssea fabricar mais linfócitos T e ‘‘Natural Killers (NK)’’, e torna-os "matadores" de micróbios e tumores.
A IL-2 também age sobre os linfócitos B como estímulo para formação de anticorpos. Os NK são essenciais em vários aspectos da imunidade pois a sua disfunção ou deficiência pode levar ao desenvolvimento de doenças autoimunes (como lúpus, diabetes e ateroesclerose) e câncer. Eles também têm sido relacionados com a progressão da asma.
Em doenças infecciosas, muitos pacientes possuem medulas ósseas que não produzem suficientes células de defesa do sangue, como consequência da própria infecção. Em uma pesquisa científica sobre o assunto, a co-autora Megan T Baldrige diz que “uma das coisas mais importantes que nós descobrimos é que infecções crônicas podem levar à exaustão da medula óssea, sabíamos que uma condição chamada de anemia de doença crônica existia, e este pode ser um dos fatores contribuintes”.
Além de estimular a IL-2 e contribuir na regulagem desta exaustão imunológica óssea, que pode ter co-relação com o surgimento de doenças como a AIDS e o câncer, a tuiona também induz a liberação de interferon-gama (IFN-y), que é uma proteína naturalmente produzida em nosso corpo com a função de atuar como um mensageiro para os linfócitos na luta contra os vírus invasores.
O IFN-y “acorda” as células-tronco do sangue em nosso corpo para produzirem células do sistema imunológico que combatem invasores. Em tempos de paz, a maioria das chamadas células estaminais permanece dormentes, e apenas algumas ficam de plantão para manter o equilíbrio no sangue.
A pesquisa de Baldrige27,28, mostrou que o interferon-gama (IFN-y) não só ativa as células-tronco durante a infecção, como regula as células-tronco em situações “normais”, permitindo ao organismo manter a proporção certa de diferentes células do sangue. A infecção bacteriana detectada pelo sistema imunológico de vigília estimula o aumento da liberação de IFN-y.
Este então parte pela corrente sanguínea para ativar as células-tronco hematopoéticas na medula óssea, levando à expansão e mobilização do estoque de células progenitoras imunológicas (as células que produzem finalmente as células do sistema imunológico).
Composição cromatográfica do óleo essencial de tuia maçã da Laszlo:
Constituinte ID % 
1 α -thujeno 1,3
2 α -pineno 2,5
3 β -pineno 14,3
4 mirceno 2,3
5 α -terpineno 1,9
6 p-cimeno 1,6
7 limoneno 0,3
8 1,8-cineol 1,6
9 fenchona 3,2
10 α -tuiona 59,1
11 β -tuiona 4,0
12 cânfora 5,8
Fonte: Laszlo Aromaterapia.

AROMATERAPIA E EPILEPSIA


A Epilepsia é dada como um problema na atividade das células nervosas do cérebro resultando em convulsões. As principais causas do surgimento desta doença são:
Trauma sofrido na cabeça;
Distúrbio genético;
Acidente vascular cerebral;
Neurocisticercose;
Meningite;
Alcoolismo;
Uso de drogas.
O QUE ACONTECE COM O CORPO DURANTE UMA CRISE EPILÉTICA?
Durante uma crise epilética a pessoa perde o domínio sobre as ações do corpo. Com isso o corpo cai no chão e passa a ter uma serie de contrações musculares e movimentos involuntários, dentre as principais reações estão:
Mordedura da língua;
Salivação;
Respiração ofegante;
Desmaio;
Espasmos musculares;
Formigamento.
O QUE O CORPO SENTE APÓS UM ATAQUE EPILÉTICO?
Após um ataque epilético existem vários sintomas que podem surgir no corpo sendo:
Sintomas visuais;
Sintomas sensitivos;
Amnésia;
Confusão mental;
Depressão;
Medo;
Dor de cabeça;
Paralisia temporária;
Sonolência.
QUAIS OS TIPOS COMUNS DE ATAQUE EPILÉTICO?
- CONVULSÃO
A convulsão é o ataque mais conhecido. Nesse tipo o corpo sofre uma descarga de movimentos descontrolados resultados pelo descontrole cerebral causado pelo desequilíbrio a qual o sistema nervoso é acometido.
- DESLIGAMENTO
No desligamento a pessoa perde os sentidos e os movimentos por alguns segundos ficando apenas com o olhar fixo e sem reação. Devido ter uma duração de poucos segundos, muitas vezes este tipo de ataque não é percebido por quem esta ao redor.
- CRISE PARCIAL COMPLEXA
Nesta crise a pessoa fica como se estivesse consciente de suas reações. Porém ela não tem nenhum tipo de poder sobre as reações que o corpo sofre. Durante esse ataque a pessoa pode ranger os dentes, falar de forma que não é possível a compreensão e andar sem ter uma direção.
QUAL O TRATAMENTO DA EPILEPSIA?
O tratamento é realizado através de medicação via oral que age combatendo as descargas impróprias do cérebro. De acordo com estudos,cerca de 25% dos epiléticos sofrem com os piores estágios da epilepsia, com isso o tratamento acaba sendo necessário por toda a vida.
Quando as crises se tornam muito frequentes a única alternativa para a resolução do problema é através de intervenção cirúrgica. Hoje no Brasil já existem centros especializados no tratamento de epilepsia que são aprovados pelo Ministério da Saúde.
QUAIS OS MEDICAMENTOS UTILIZADOS NO TRATAMENTO DA EPILEPSIA?
Os medicamentos mais utilizados para tratar a epilepsia são sedativos que causam sonolência fazendo com que o corpo relaxe evitando a crisee anticonvulsivos que diminuem a dor causada no corpo pela crise.
Rivotril;
Fenitoína;
Depakene;
Diamox;
Topiramato;
Carbamazepina;
Amato;
QUAIS OS PROFISSIONAIS QUE TRATAM A EPILEPSIA?
Quando o corpo dá indícios de epilepsia é necessário procurar ajuda médica imediatamente. Os profissionais ideais para tratar o problema são:
Neurologista: profissional especialista em doenças neurológicas.
Neurocirurgião: médico especialista em distúrbios do sistema nervoso.
Clinico geral: este médico diagnostica e trata diversos tipos de doenças.
COMO PRESTAR SOCORRO A ALGUÉM QUE ESTA TENDO UM ATAQUE EPILÉTICO?
Para socorrer uma pessoa que esta tendo uma crise, são necessários alguns passos que devem ser feitos com bastante cuidado para preservar a integridade física da pessoa, sendo eles:
. Colocar a pessoa deitada de barriga para cima;
. Retirar do corpo objetos que possam machucar como anel, colar e relógio;
. Colocar um tecido na boca para evitar que a pessoa machuque a língua;
. Levantar o queixo para melhorar a respiração;
. Caso as roupas sejam desconfortáveis deve afrouxá-las para deixar o corpo relaxado;
. Não tentar segurar a pessoa, deixe-a livre para que o corpo libere a descarga;
. Caso a pessoa babe colocar a cabeça de lado para não correr o risco de um sufocamento;
. Ao terminar a crise permanecer a pessoa deitada por alguns instantes para que ela relaxe;
. Não bater no rosto;
. Verificar se a pessoa possui algum tipo de identificação médica que mostre que ela tem epilepsia;
. Não jogar água sobre o corpo.
( Não recomendamos que você faça automedicação e/ou compre remédios sem a indicação de um médico especialista e sem a receita. Cada organismo reage de uma forma e apenas o seu médico terá capacidade para avaliar o que é melhor para o seu caso específico. )

VISÃO METAFÍSICA DA EPILEPSIA
"A epilepsia é um distúrbio neurológico crônico, caracterizado por ataques de convulsões, que voltam a se repetir com a mesma intensidade e sem serem provocados. Os ataques, denominados crises epilépticas, começam com descargas anormais e irregulares de eletricidade, geradas por milhões de neurônios no cérebro.
No aspecto metafísico, o epiléptico possui grande força realizadora, suas potencialidades são maiores que suas habilidades. As crises convulsivas surgem como uma maneira violenta de descarregar as pressões geradas pelas emoções reprimidas. O epiléptico se sente impossibilitado de se expressar. Para ele, ninguém considera suas opiniões, tampouco respeitam suas vontades, sequer esperam sua vez de se pronunciar. Ele fica sem ação diante das pessoas que o rodeiam.
As pessoas que sofrem de epilepsia tem certa necessidade de serem ouvidas, de se destacarem perante os outros ou até dominá-los por meio de processos de manipulação. Essa é uma maneira de compensar a falta de autodomínio. E também de buscarem uma posição diferenciada no grupo, alimentando sua personalidade dominadora, para minimizarem o desconforto da falta de poder sobre si mesmas.
Assim sendo, não viva em busca de incentivos dos outros para realizar suas próprias vontades. Procure, você mesmo, proporcionar as chances necessárias para a viabilização de sua expressão. Saiba respeitar os próprios limites. Dê valor àquilo que você está pretendendo fazer, não espere que os outros valorizem ou o motivem; faça a sua parte, independentemente dos resultados; o simples fato de realizar, promove uma sensação de competência e bem-estar."
(Livro Metafísica da Saúde - Volume 4 - Valcapelli e Gasparetto)


AROMATERAPIA E EPILEPSIA
By Dr. Tim Betts & Victoria Jackson – Birmingham University Seizure Clinic and Epilepsy Liaison Service, Queen Elizabeth Psychiatric Hospital, Mindelsohn Way, Birmingham, B15 2QZ
Nesse trecho de um texto publicado em Epilepsia Notícias Edição 6 (Verão 1998) observou-se como a aromaterapia pode ajudar a minimizar os efeitos da epilepsia.
“Muitos aromaterapeutas relutam em tratar pessoas com epilepsia porque alguns livros didáticos sugerem que alguns óleos essenciais podem aumentar a frequência das crises e suspeitamos que por causa do medo do paciente ter a convulsão durante o tratamento, acabam por não utilizar . A nossa própria experiência é que a ocorrência de convulsões durante uma massagem com aromaterapia é muito rara (na verdade, só o vi uma vez). Mas é necessário que o aromaterapeuta seja treinado em primeiros socorros em particular a forma de lidar com uma crise.
O estudo inicial aconteceu com dez pacientes tratados com duas massagens por mês, sendo que as frequências das crises foram medidas antes, durante e após o tratamento. A maioria dos pacientes teve por dois a três meses, durante e após o tratamento, uma redução significativa na frequência das crises (um paciente teve um leve aumento das crises; um paciente parou de ter convulsões durante o curso do tratamento e controle durante os dois anos seguintes). A freqüência de crises na maioria dos pacientes retornaram ao seu nível habitual entre dois e seis meses após os tratamentos. Os pacientes foram autorizados a escolher o seu próprio óleo de massagem: a maioria escolheu Ylang Ylang (um óleo relaxante): por que a maioria escolheu esse óleo se na escolha os pacientes nem sabiam o seu nome? Há boas evidências de que as pessoas com epilepsia têm um sentido alterado do aroma (especialmente em no momento de suas crises). Alguns aromaterapeutas acreditam que o cérebro inconscientemente reconhece o que ele precisa. A razão mais prosaica pode ser que, até recentemente, não conseguimos (devido ao seu alto custo) oferecer óleo de jasmim: uma vez que isso seja feito, a maioria dos pacientes escolhe este óleo!
Hipótese postulada: que a diminuição das crises acontece devido a uma diminuição transitória da tensão e excitação que a aromaterapia pode causar (massagem é um momento de trabalho técnico intenso difícil de organizar em um movimentado National Clinic Health Service). O nosso departamento sempre foi interessado em ensinar técnicas de auto-controle para pessoas com epilepsia: tentando ajudar pessoas com epilepsia a desenvolver técnicas que podem ser usados ​​para abortar as crises que se aproximam ou quando começam a sentir uma aura ou algum outro sinal de alerta que o paciente sabem que o ataque provavelmente ocorra. Podemos usar o aroma do óleo para ajudar os pacientes abortar o ataque? O mecanismo que causou a redução das crises em nossos pacientes poderiam, é claro, ter sido apenas um efeito do tratamento geral, um efeito farmacológico específico do óleo ou que poderia ter sido relacionado com o próprio aroma. Nossa técnica tem sido incomuns já que utilizamos um óleo único, em vez de uma mistura. ”
Iniciamos um programa de tratamento em que alguns pacientes tiveram até seis massagens com seu óleo escolhido (novamente um único óleo) e, em seguida, usando a técnica de auto hipnose simples, aonde foi relacionado o cheiro do óleo ao estar relaxado. Eles, então, levaram o óleo com eles e se sentiam uma das crises iniciando ou estavam em uma situação onde um ataque era provável eles pudessem sentir o cheiro do óleo e interromper o ataque. Nós comparamos esta técnica em um grupo de pacientes que simplesmente tiveram a auto-hipnose ensinada, para associar o aroma do óleo escolhido ao estar relaxado: eles novamente usaram o óleo conforme uma medida contra um ataque que poderia iniciar.
Em quase todos os pacientes deste estudo foi utilizado um óleo relaxante, mas, ocasionalmente, alguns pacientes tem sua capacidade aumentada de interromper um ataque se não relaxarem, mas, na verdade, aumentarem a tensão e excitação: alguns pacientes usaram um óleo que faz isso (como o óleo de capim-limão).
50 doentes foram tratados com estas duas técnicas: 25 com massagem seguido pela auto hipnose e 25 apenas com a auto hipnose . Alguns pacientes ficaram livres das crises utilizando esta técnica e alguns continuam livres das crises desde que praticassem a técnica.
Depois de um tempo a maioria dos pacientes que ficaram sem crises não precisam levar a garrafa de óleo e sentir o aroma quando sentiam uma das crises chegando, mas poderiam usar da memória do cheiro do óleo para obter o mesmo efeito: eles precisavam só de pensar no cheiro do óleo para abortar o ataque. Há uma diferença biológica entre homens e mulheres aqui: as mulheres são muito melhores para a criação de uma memória olfativa do que os homens: isso pode explicar por que a maioria dos pacientes que quiseram experimentar esta técnica e conseguiram maior sucesso foram as mulheres.
Nossos resultados sugerem que os pacientes que haviam recebido massagem seguido de auto-hipnose eram muito mais propensos a se tornarem sem crises e obter redução significativa das convulsões do que aqueles que apenas utilizaram da auto-hipnose. Esta parece ser uma verdadeira observação empírica, mas não temos certeza do porque isso ocorre: é possível que estamos produzindo um efeito farmacológico condicionado.”
- Benefícios do óleo de Ylang Ylang na epilepsia
A combinação de óleos essenciais como ylang ylang, lavanda e camomila, tem se mostrado muito eficaz na redução das crises de epilepsia.
Uma equipe liderada pelo Dr. T. Betts, consultor neuropsiquiátrico do Hospital Psiquiátrico Rainha Elizabeth em Birmingham, tem demonstrado benefícios da utilização do óleo essencial de ylang ylang, em particular, no tratamento da epilepsia.
A massagem combinada com óleos essenciais específicos, tais como ylang ylang, lavanda e camomila, tem provado ser muito eficaz na redução da frequência das crises vividas pelos voluntários do experimento.
Muitos pacientes quando sabem que um ataque está prestes a acontecer e sabem o que o aciona, cheiram o vidrinho de um óleo essencial em particular, e isso muitas vezes é o suficiente para induzir a um relaxamento profundo igual ao vivenciado durante as sessões de massagem, interrompendo a crise.
Dr. Betts também enfatiza as dificuldades do tratamento e do estresse que podem surgir para o terapeuta envolvido com tais pacientes imprevisíveis. Isso só deve ser tentado por profissionais experientes.
A técnica não é uma cura milagrosa e requer tempo, compromisso e trabalho duro para o paciente e pode não funcionar: desencorajamos as pessoas que pensam que é uma correção instantânea.
OBS.: Epilepsia -> Devem ser evitados estes óleos, pois afetam o SN: Alecrim, Canela, Cravo, Erva Doce, Hortelã-Pimenta, Tomilho e Sálvia (todas).
Fonte: Cecília Ghiraldelli, multiterapias.com.br, Harmonie aromaterapia, Valcapelli.

CARVACROL, COMPONENTE MAJORITÁRIO DO ÓLEO ESSENCIAL DE ORÉGANO, REDUZ FREQUÊNCIA DE ATAQUES EPILÉTICOS




A epilepsia é um transtorno caracterizado pela alteração temporária do funcionamento do cérebro. Após um ataque, a pessoa pode se sentir confusa e ter déficits de memória.
Os sintomas podem ser mais ou menos evidentes, variando entre a sucessão de um estado mental aéreo, até a ocorrência de convulsões mais sérias. No entanto, manifestações mais brandas, não desqualificam a seriedade do problema.
A causa da epilepsia é, na grande maioria dos casos, desconhecida. Entretanto, pode ser desencadeada por traumas na região da cabeça, dificuldades no parto, uso abusivo de álcool e drogas, ou por disfunções neurológicas.
A Laszlo apresenta um estudo de caso onde avaliou-se, pela primeira vez, a atuação positiva do carvacrol, componente majoritário do óleo essencial de orégano no auxílio de ataques epiléticos.
O carvacrol é um fenol monoterpenico natural, conhecido por atuar como anti-inflamatório e como neuroprotetor. A partir deste princípio, foi avaliado sua atuação na atividade cerebral e sua capacidade de prevenir danos neuronais e declínio cognitivo, podendo, portanto, ser eficaz para o tratamento de epilepsia.
O estudo realizado com roedores adultos, abrangeu testes in vivo e in vitro, com indução de ataques epiléticos. Foram comparados dois grupos, onde um utilizou tratamento à base de injeção de carvacrol e o outro soro fisiológico.
Cada animal, de acordo com o grupo analisado, recebeu três injeções de carvacrol ou soro fisiológico na mesma proporção, 75 mg/kg i.p. O valor foi escolhido baseado em experimentos anteriores, sendo aplicados em um intervalo de 8 horas, durante as primeiras 24 horas após o ataque epilético, momento em que o dano neuronal é maior.
O comportamento, o tipo de convulsão e a gravidade de cada um, foram monitorados e gravados há cada 15 minutos, sendo classificados de acordo com a escala de Racine.
Os animais tratados com carvacrol apresentaram recorrência menor na frequência dos ataques epiléticos. No grupo tratado com soro fisiológico, 86% chegou a desenvolver ataques epiléticos recorrentes. Já no grupo tratado com carvacrol, apenas 25% desenvolveu o mesmo problema.
O estudo concluiu que o carvacrol é um inibidor dos TRPM7. Estes são canais receptores, manifestos no cérebro, e têm participação fundamental nos complexos mecanismos de quase todas as respostas sensoriais, além de serem importantes na mediação da morte de células nervosas. Também são reguladores da homeostase de magnésio. A deficiência do nutriente foi documentada em pacientes com epilepsia. Estes dados, portanto, indicam que a homeostase de magnésio também é importante para o tratamento da epilepsia.
A atividade excessiva dos canais TRPM7 é a marca registrada e característica definidora de convulsões e crises epiléticas, logo sua inibição pode representar um alvo importante, nos estudos e tratamento da doença.
Os resultados positivos podem ser explicados pelas propriedades neuroprotetoras e anti-inflamatórias, características do Carvacrol. Por ser uma substância lipofílica é rapidamente metabolizada e excretada pelo organismo . Após 24 horas da ingestão pelos roedores, foram encontradas apenas quantidades mínimas da substância na urina dos animais. O fato demonstrou que os resultados podem ser facilmente traduzíveis para ensaios clínicos em seres humanos.
Este estudo foi o primeiro relatório, que se tem conhecimento, sobre os efeitos positivos do óleo essencial de orégano na epilepsia. O bloqueio dos canais TRPM7, demonstrou a possibilidade de prevenir sequelas de longo prazo nas lesões neuronais, além do declínio da memória recorrente pós um ataque epilético.
Dentre os resultados positivos, o óleo essencial de orégano demonstrou ser uma substância bem tolerada pelo organismo. O estudo expressa, portanto, um grande potencial da substância para o desenvolvimento futuro de medicamentos, a fim de amenizar a recorrência de ataques epiléticos.
REFERÊNCIAS: Carvacrol after status epilepticus (SE) prevents recurrent
SE, early seizures, cell death, and cognitive decline – Aytakin Khalil, Stjepana Kovac, Gareth Morris, and Matthew C. Walker.
Fonte: Laszlo.